SAVANNAH
Acordo devagar, como se o mundo ainda estivesse envolto em algodão. Por um segundo, não sei onde estou. Depois sinto: um braço firme à minha volta, quente, protetor. Ryder.
Abro os olhos e encontro os dele imediatamente, atentos, como se estivesse acordado há horas. Há algo no jeito como me olha — cuidado, medo, amor misturado com cansaço. Quando murmuro um “bom dia” quase inaudível, ele sorri de leve, aquele sorriso torto que sempre me desarma, e acaricia meu rosto com o polegar.
— Bo