Capítulo 31

A noite começou como tantas outras, no quarto apertado do abrigo. O colchão era duro, o travesseiro cheirava a mofo e o cobertor mal aquecia contra o frio. Fechei os olhos tentando silenciar a mente, mas as lembranças insistiam em voltar. Os caçadores. O estranho que me chamara de Luna. O olhar de Danilo me rejeitando diante de todos. A dor que nunca deixava de latejar, como uma cicatriz que não cicatriza.

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