A respiração de Lua mudou primeiro, um som curto, rouco, o ar raspando entre os lábios. Depois, o corpo se mexeu, um espasmo leve, o suficiente para que Lyra erguesse a cabeça num segundo. O silêncio da cabana pareceu se retrair, tenso, como se o próprio ar esperasse.
— Lua…? Querida? — a voz de Lyra saiu em sussurro, entre medo e esperança.
A jovem se mexeu de novo, o corpo estremecendo, os dedos se contraindo sobre o lençol. Um gemido baixo escapou, e então, finalmente, os olhos se abriram, b