Mundo de ficçãoIniciar sessãoCibele é uma garota de 24 anos que trabalha junto com seu pai o sargento do batalhão da matilha do norte Sávio. Desde os 18 anos procura por seu par, mas suas esperanças estão se esvaindo, quando o Alfa do sul decide fazer uma cupula na matilha e convidar a matilha do norte para se unir a essa tradição, que é quando Cibele conhece Keller, seu par destinado, mas Keller sofreu por muitos anos aprisionado em uma matilha inimiga que tornou o seu grande segredo dificil de se manter guardado, afastado de todos tenta rejeitar Cibele, mas a Deusa da lua tem outros planos para eles. Será mesmo que Cibele vai conseguir viver com seu par Keller?
Ler maisCibele Já no helicóptero, abraço meus filhos e os seguro por perto com medo deles serem tirados de mim novamente, só de imaginar a possibilidade já fico maluca, perco o chão. Beijo o topo das cabeçinhas deles enquanto dormem e me apoio a Keller que me abraça também. Assim que chegamos a nossa matilha somos muito bem recepcionados pelos alfas a nossa espera, Keller abraça seu irmão e cumprimentamos nosso alfa, seguimos para casa, agora com escolta, enquanto não achamos o Alfa Murilo que conseguiu fugir do local, então sabemos que ele vai tentar de novo, mas já está sendo caçado tanto pela matilha do sul, quanto a do norte. _Não vamos deixar barato não. Meu pai fala com convicção. Assim que voltamos para casa e as crianças já estão nas suas camas, enfim relaxo, tomo um banho agradável ao lado do meu companheiro, mesmo exaustos relaxamos juntos no banho, nos deitamos ao lado um do outro e logo logo isso não irá passar de um pesadelo. Na manhã seguinte, recebemos a grande notícia de
Cibele Olhamos tudo em volta e vemos o ducto de ventilação por onde conseguimos passar. _Assim que estivermos lá fora pedimos reforço. Falo para Keller e ele acena que sim. Keller abre o ducto de ventilação e coloca as crianças primeiro, depois eu entro e ele me dá a bebê e por último ele entra, mas assim que ele começa a subir, as portas do laboratório são abertas e eles vêem que estamos fugindo e soam o alarme, ouço alguns tiros, mas não paro por nada, protejo a bebê com uma das mãos e a outra rastejo dentro do ducto, após alguns minutos angustiantes dentro daquele tubo chegamos a uma grade enorme, olho para Keller que está com as mãos na cabeça pensando e pergunto. _E agora? Pra onde vamos? Ele passa por mim e pelas crianças e expõe suas garras despedaçando a grade, passamos por ela até chegarmos a entrada onde vemos a floresta, Keller olha ao redor e coloca a mão na boca fazendo sinal de silêncio para nós, ouvimos passos próximos, o que me deixa apreensiva, são guardas procura
Cibele Tento me manter calma e pensar num jeito de nos tirar dessa armadilha, então entro em link mental com meu pai e deixo ele a par de tudo o que está acontecendo, mas antes que pudesse fazer qualquer coisa, sinto algo espetar meu pescoço, um homem enorme injeta algo em mim e outro tira o bebê conforto das minhas mãos, vejo tudo rodar e assim que olho para Keller o vejo tentando chegar até mim, mas é em vão, injetam algo nele também e aos poucos tudo vai escurecendo. Acordo ainda meio zonza, mas entro em alerta total procurando pelos meus filhos os vejo presos em jaulas de vidros separadas, a bebê chora muito, o que me parte o coração e os garotos estão tão assustados que nem se movem, vejo Keller amarrado a correntes de prata grossas e eu também, sentada a uma cadeira também de prata que queima muito, minha cabeça dói bastante, mas tento me concentrar em como sair daqui. _Keller. Chamo por ele na intenção de o acordar. _Querido vamos, acorde! E aos poucos Keller vai abrindo os
Cibele Na manhã seguinte Keller sai cedo para comprar alguns mantimentos e aproveito o silencio para dormir um pouco mais, Mas acordo atordoada com Keller abrindo a porta do quarto rapidamente, me levanto olhando em alerta total. _O que houve? _Invadiram o centro, precisamos ir Cibele. _Como assim Keller? Ele me segura pelo braço olhando em meus olhos e diz. _A matilha que me manteve prisioneiro invadiu o centro da cidade, está a maior guerra lá, precisamos sair daqui o quanto antes e levar as crianças para um lugar seguro, Cibele, se eles descobrirem que tenho filhos com meus genes por ai, eles farão o mesmo com eles entende, usarão nossos filhos como armas, como fizeram comigo, precisamos ir agora. Assim que a minha ficha finalmente cai, do que eles estão atrás, pego as malas das crianças enquanto keller as põe no carro, pego o bebê conforto onde a bebê dorme e saio pela porta, mas assim que chego a varanda, tem vários homens envolta de Keller apontando armas para ele e para mi
Último capítulo