Na Lua Sangrenta, o mundo não tinha parado de tentar acabar com ninguém.
O hospital da alcateia cheirava a álcool, erva esmagada e metal limpo. Tinha monitor apitando num ritmo chato, suporte de soro, cortinas brancas que tentavam organizar a urgência em quadrados. Bruxas e enfermeiras passavam, sussurrando em voz de quem se acostumou a dar más notícias como quem oferece chá.
River estava deitado numa maca larga demais pra qualquer outro lobo, mas estreita pra ele. Tinha manchas arroxeadas na p