— Um filho… nosso. — Aproximou-se, segurando-me como se temesse que eu desaparecesse. Beijou minha testa e depois pousou a mão sobre minha barriga, imóvel por um instante longo. — Um filho meu.
Beijou minha boca, sorrindo. Um filho nosso. Ele me ergueu nos braços, rindo baixo, emocionado.
— Não sei ainda como farei — disse —, mas cuidarei de vocês. Não faltará esforço da minha parte.
Respondi, baixinho:
— Então seguiremos assim… como for possível.
Ele me colocou no chão. Encostei-me nel