— Você perdeu, Honora. E agora eu quero o meu prêmio.
Empurrei-o com as duas mãos, mais por impulso do que por força. Dei um passo para trás, o ar preso no peito, mas não cheguei longe. Ele segurou meu pulso no mesmo instante — firme, quente, os dedos fechando-se com segurança suficiente para me impedir, não para ferir. O contato me arrancou um arrepio involuntário.
— Teimosa — murmurou, baixo, perto demais.
Tentei soltar-me, puxando o braço, mas o aperto apenas se ajustou, não aumentou. Ele