Acordei com um som seco, como algo caindo no chão, seguido de passos apressados e vozes agitadas no corredor. Por um instante, nem entendi o que estava acontecendo. Minha cabeça ainda latejava um pouco, por causa da bebida e dos acontecimentos da noite anterior. Respirei fundo, me sentando na cama. Os lençóis estavam quentes. A claridade cinza do amanhecer entrava pela pequena escotilha. E então notei.
A cama de Clarissa estava… arrumada. Não havia sinal dela. Nem os sapatos. Nem o lenço que e