O bilhete anônimo repousava sobre a mesa como uma sombra ameaçadora. As palavras, recortadas de jornal, pareciam pulsar com um aviso sombrio: “A próxima jogada é minha. Se preparem.”
Luna sentou-se ao lado de Leonel, o olhar fixo na folha. O silêncio entre eles era carregado de tensão. Por alguns segundos, nenhum dos dois ousou quebrar a quietude. Era como se qualquer palavra pudesse trazer à tona o próximo movimento de um inimigo invisível.
— Isso confirma que Pedro não agia sozinho — disse Lu