Na madrugada silenciosa, o som de cliques rápidos ecoava pelo laboratório improvisado no Grupo Bragança. Tiago, de olhos fixos no monitor, analisava linha por linha do código extraído do computador antigo. Cada comando, cada fragmento de informação parecia carregado de segredos.
— Aqui está… — murmurou, ampliando a tela.
Os acessos recentes revelavam muito mais do que tentativas de invasão: mostravam uma rotina. Alguém vasculhava documentos confidenciais, memorandos internos e, o mais alarmante