O sol da manhã invadia o salão de chá da mansão, onde Joana Santos, matriarca temida e controladora, tomava seu café com a elegância de quem está sempre pronta para manipular o mundo ao redor.
Isadora entrou esbaforida, ainda vestida com a mesma roupa com que estivera no carro. Seus saltos ecoaram no piso de mármore, chamando atenção dos empregados e interrompendo a paz da manhã.
Joana levantou os olhos com um leve arqueamento de sobrancelha.
— “Isadora? A essa hora?”
— “Madrinha...” — ela ofega