O grito de Rafaella ecoou pelas paredes como um estalo que quebrava anos de silêncio forçado.
— “Nunca fui sua esposa, Bruno!” — ela gritou com o rosto em chamas e lágrimas ardendo nos olhos. — “Pra você, eu nunca passei de um contrato. Um joguete. A sua verdadeira esposa era a Isadora. E eu... eu era só uma obrigação. Uma mulher trancada naquela fazenda, anulada, usada.”
Ela deu um passo à frente, a raiva e a dor fervendo em cada palavra:
— “Mas eu fugi. Eu construí outra vida. E vou fugir de