Mundo ficciónIniciar sesiónYakov casa-se por contrato com a filha do chefe da máfia mexicana sem a conhecer, em um casamento por contrato, visando investigar os negócios ilegais do pai dela. Porém, durante a lua de mel, Audreen desaparece misteriosamente. Anos depois, Yakov a encontra em uma colina, acompanhada de três meninos idênticos, trigêmeos que ele suspeita serem seus filhos. Agora, com o reencontro inesperado, chocado e com um turbilhão de emoções, Yakov exige respostas. História de minha autoria. Plágio é crime. Livro 2, mas pode ser lido de forma independente.
Leer másAviso: Essa história é do irmão de Vasily do meu livro Pakhan-Seduzida pelo Mafioso. Para quem o leu antes desse, estou fazendo uma mudança nos nomes dos pais dele e o sobrenome.
Landon→ Luther Green
Hunter → Heros Green
Nathaniel → Noah Green
Lennon → Lohan Green
Zachary → Zedekiah Green
Faina Mikhailov → Faina Petrov
Hoje é o nosso dia, o dia dos trigêmeos, como costumávamos chamar quando criança, eu Darya e Vas, estamos comemorando nossos 32 anos. E nada melhor do que celebrar de uma maneira nostálgica, retornando àquela floresta onde passávamos nossas férias quando éramos adolescentes e vinhamos acampar. Darya trouxe seus filhos, Maxime, Mathieu e a pequena Margot, além da filha de Vasily, Eleonora, todos com idades próximas. Era uma oportunidade perfeita para nos reconectarmos e, ao mesmo tempo, dar às crianças um gosto das nossas aventuras passadas.
Enquanto montávamos as barracas e organizávamos o acampamento, Darya pede às crianças para não se afastarem muito. Querendo que elas fiquem por perto, ao alcance dos nossos olhos, mesmo tendo nossos soldados postos a uma certa distância para a nossa segurança.
Estamos entre risos e conversas sobre nossa infância, lembranças que parecem tão vivas quanto o presente. Adoro o que faço como o Don da Máfia, mas é nesses momentos com os meus gêmeos que são um terço de mim e meus sobrinhos que me deixa completo.
— Lembram daquela vez que tentamos construir uma cabana na árvore e tudo desabou? — pergunta Darya, gargalhando.
— Como esquecer? — respondo. — Mamãe ficou furiosa quando viu a bagunça que fizemos.
— Ainda tenho a cicatriz no joelho — diz Vasily, mostrando a marca. — Mas valeu a pena.
Rimos.
— E aquele verão em que decidimos acampar no quintal? — indaga Vas, com um sorriso nostálgico. — Papai Luther nos trouxe marshmallows e ficamos contando histórias de terror até tarde da noite.
— Sim, e acabou que fomos todos dormir em casa porque alguém — olho para Darya com um ar de brincadeira — ficou com medo dos barulhos da noite.
Darya revira os olhos, mas não consegue esconder o sorriso.
— Eu era pequena! E aqueles barulhos eram realmente assustadores.
— Esses momentos são os que mais valem a pena — digo, ao piscar para ela. — Não importa o que o futuro traga, sempre teremos nossas lembranças e nossa família, sempre seremos nós.
Vasily acena com a cabeça.
— E vamos criar muitas mais, tenho certeza.
A conversa continua, e sou feliz por vê-los estão felizes seguindo com as suas próprias famílias, com seus companheiros e filhos. Por encontrarem o mesmo amor que os nossos pais encontraram.
As crianças, alheias às nossas histórias, brincam por ali, explorando a área ao redor. Enquanto eu e Vasily nos encarregamos de montar as barracas, Darya tenta acender o fogo e quando ela consegue, grita feliz após conseguir e se levantar, dando alguns pulinhos. Sinto um calor no coração que não sentia há muito tempo depois que perdi a minha esposa, ao vê-la tão feliz.
Quando eu e Vas, terminamos de montar as barracas e arrumar as cadeiras e a mesa entre as barracas, Maxime, Mathieu, Margot e Eleonora voltam correndo, acompanhados por três garotos idênticos, da mesma idade das meninas. Eles tinham cabelos castanhos claros e olhos azuis, e imediatamente me fizeram lembrar de mim mesmo quando era criança. Darya, sempre com seu humor característico, brinca:
— Yakov, esses meninos parecem miniaturas suas!
Sorri, mas algo nos garotos me intriga. Fico olhando para os três meninos e pensando que se ela ainda estivesse aqui comigo, se teríamos três crianças assim como eles, atualmente. Nossos filhos, brincando com os meus sobrinhos, sendo uma parte minha e sua. Me inclino para frente na cadeira com os meus cotovelos apoiados em meus joelhos. Eles eram tão semelhantes a mim que parecia impossível ser coincidência, totalmente surreal ou apenas é o destino querendo brincar comigo sobre a possibilidade que perdi e que nunca mais teria.
Mas deixo esses pensamentos de lado e volto a me concentrar na nossa tarde.
Vasily dirige-se à churrasqueira enquanto Darya pega biscoitos e marshmallows, solicitando a ajuda das crianças para colocá-los nos espetos e assá-los na fogueira a uma distância segura.
— Qual é o nome dos seus novos amigos? — ela pergunta à filha. Margot sorri e dá de ombros, e quem responde é Eleonora.
— São Rhavi, Gael e Arturo — ela diz, apontando para cada um deles, que concordam com um aceno de cabeça, com a boca toda suja de marshmallows e biscoitos.
— De onde será que veio esses meninos? — Vas nos pergunta. — Será que estão perdidos?
Darya chama por eles e pergunta a eles se estão perdidos e eles negam dizendo que moram aqui perto e que a mãe deles sabem que eles estão brincando.
— Vocês têm certeza que ela sabe onde vocês estão? — ela pergunta a eles que assentem mais uma vez, lambendo os lábios, em um gesto simultâneo tão igual que acabamos rindo. — Então está bem, mas não se afastem muito, está bem? — avisa Darya, com um sorriso carinhoso.
Os meninos voltam a brincar alegremente, correndo pelo gramado enquanto o sol começa a se pôr, tingindo o céu com tons de laranja e rosa. As risadas infantis ecoam pelo ar, criando uma atmosfera de pura felicidade e inocência.
Margot observa os novos amigos com curiosidade e, finalmente, se junta a eles, deixando-se levar pela energia contagiante.
Me aproximo de uma das caixas térmicas, pego as carnes e também os pães, colocando tudo na mesa perto de onde Vas está preparando a churrasqueira.
O tempo passa rápido, e o crepúsculo começa a tingir o céu de laranja e roxo. As crianças a brincar, mas já começando a mostrar sinais de cansaço.
A noite se aproxima lentamente, e as crianças começam a se reunir em volta de uma pequena fogueira que Vas acendeu. As chamas dançam ao vento enquanto todos se sentam em círculo, compartilhando histórias e rindo das aventuras do dia.
— Vamos contar histórias de fantasmas! — sugere Gael, com os olhos brilhando de excitação.
— Só se forem histórias engraçadas, nada de assustar ninguém — adverte Darya, piscando para Margot, que se entusiasma se sentando no seu colo.
— Eu não tenho medo! — a pequena no seu colo diz, se aninhando ainda mais no colo da mãe — Padrinho sempre me conta histórias de terror quando durmo na cada dele.
O rosto da minha trigêmea fica vermelho.
— Ah! É? Acho que terei que ter uma conversinha com o seu padrinho sobre isso. — ela diz, deixando um beijo nos cabelos da filha.
— Não conta nada, mamãe, eu prometi a ele que não te diria nada — ela faz um biquinho e Darya assente, mas eu e Vas sabemos que ela terá sim uma conversa com Antoine.
Começamos contar as histórias, vendo os olhos dos pequenos se arregalarem, assustados, os trigêmeos se abraçando e as meninas rindo, enquanto os olhos da pequena Margot, sempre tão curiosos, esperando por mais do desenrolar da história. Provavelmente essa aí, puxou a avó, o que dará uma bela dor de cabeça para a minha irmã e seu marido.
— Não é estranho que eles tenham ficado a tarde inteira aqui conosco e ninguém ter vindo procurar por eles, até o momento? — Darya nos pergunta a mesma dúvida que roda a minha mente depois de algumas horas que eles já estavam conosco. Anoiteceu e ninguém ainda veio a procura deles.
Chamo-os para virem até mim e pergunto-lhes onde residem. No início, eles parecem relutar em responder, mas, ao insistir, respondem-me que residem no alto da montanha, em uma cabana escondida, cercada pela mata e pela floresta do outro lado da colina. E fico me perguntando o mesmo que os meus irmãos, como foi que eles vieram parar aqui sozinhos?
Vas pergunta, mas eles apenas devolvem o silêncio para nós.
— Vamos, meninos. Vou levar vocês até lá — digo, enquanto pego uma lanterna ao me levantar e estendo a minha mão para eles — Seus pais devem estar preocupados com vocês três, estão bem longe de casa, como vieram parar aqui? — Faço a pergunta novamente, assim que começamos a caminhar para mais adentro da floresta onde estamos, dois dos meus soldados que estavam apostos mais a frente nos seguem.
Eles, como fizeram com meu irmão, não me respondem, ao olharem um para o outro e apenas arquearem os ombros. Ou eles não gostam de falar muito, ou seus pais os ensinaram a não falar com estranhos, embora eles tenham permanecidos em nosso acampamento e brincando com nossas crianças.
À medida que nos aproximávamos da cabana, começo a ouvir gritos desesperados. Uma mulher chamando pelos filhos, gritando o nome das três crianças que se encontram comigo. A cada passo, meu coração b**e mais forte, espero que ela não entenda mal, eu estar com os seus filhos. Quando finalmente chego, vejo uma mulher do lado de fora, claramente angustiada, passando as mãos na cabeça em um ato de desespero. As crianças correm para os braços dela, e ela começa a dar-lhes uma bronca por se afastarem tanto de casa, ao mesmo tempo que começa a chorar, verificando cada um deles em busca de algum ferimento.
É nesse momento que a mulher se vira, e eu fico paralisado. É Audreen, minha esposa, que havia sido dada como desaparecida há seis anos, e depois de dois anos de buscas incansadas por mim e seu pai, acreditamos que ela estava morta. O choque é tão grande que mal consigo respirar. Ela também me ver, e seu rosto expressa o que é a surpresa, seus olhos se arregalando e seu tom de pele ficando pálido. Ela engole em seco ao se levantar, enquanto vou me aproximando cada vez mais dela.
— Audreen? — consigo dizer, minha voz tremendo. — Como… Como você está aqui?
Queridos leitores,Escrevo com o coração pesado, pois sinto que devo uma explicação a todos vocês que acompanharam a minha jornada até aqui e que, de alguma forma, esperaram por novos capítulos do meu trabalho.Nos últimos dois anos, minha vida tomou um rumo inesperado e desafiador. Enfrentei dificuldades pessoais que me afastaram do meu propósito de escrever. No entanto, um dos momentos mais difíceis foi o acidente da minha mãe, que fraturou a perna. Desde então, tenho dedicado grande parte do meu tempo a cuidar dela, garantindo que tenha todo o apoio necessário para a sua recuperação.Essa experiência tem sido intensa e emocionalmente desgastante, e, infelizmente, isso impactou minha capacidade de escrever e continuar com o livro que tanto amo. Sinto-me profundamente triste por não ter conseguido manter a comunicação com vocês, meus leitores, e por não ter cumprido com as expectativas que criei em relação a este projeto.Saibam que cada um de vocês é importante para mim e que valori
Os dias passam e Yakov tem estado ainda mais voltado para a sua máfia. Meus garotos adoram tê-lo de volta em casa todas as tardes, felizes por terem o pai deles aqui conosco. Um dos meus sogros sempre está passando por aqui para deixar seus pequenos, Harper e Joshua, para brincar com Rhavi, Arturo e Gael. Eles agora não se desgrudam mais. Amanhã, eles começam a estudar na mesma escola que os gêmeos. Yakov faz questão de sempre estar presente para essas pequenas coisas. Ele tem sido um pai maravilhoso. Meus meninos o adoram.No entanto, sinto falta da Cármen. Falar com ela e conversar como antes. Quero saber como ela está, como está sendo viver com o Raul, saber mais sobre a filha dela e falar sobre os meus meninos. Os dias aqui nesta mansão às vezes têm sido claustrofóbicos, ainda mais agora que os meninos começarão na escola. Eu me sentirei sozinha e sem nada para fazer.Estava perdida nesses pensamentos quando a porta da frente se abriu de repente. Ouvi passos apressados e vozes fam
O dia mal começou e já estou na sede da máfia, um prédio discreto no centro da cidade. A luz do sol atravessa as persianas fechadas, criando listras de luz e sombra que dançam nas paredes escuras. Sento-me na cadeira de couro desgastado atrás da grande mesa de mogno e solto um suspiro. Sempre há algo para resolver.— Yakov, precisamos falar sobre a entrega de amanhã — diz Finnian, entrando no escritório com um semblante sério. Ele sempre foi o mais pragmático entre nós, nunca deixando de lado um detalhe sequer.— Sim, eu estava justamente pensando nisso, Fin. Alexander, já chegou? — pergunto, me recostando na cadeira.— Cheguei, sim, irmão — responde Alexander, surgindo logo atrás de Finnian. Ele é o mais jovem de nós, mas sua inteligência e habilidade em resolver problemas rapidamente já salvaram nossa pele mais de uma vez. — Estive revisando os relatórios e parece que temos um problema com um dos nossos galpões.— Qual galpão? — pergunto, já sentindo a tensão subir.— O da zona leste
Acordo com um leve toque da luz do sol entrando pela janela. Hoje será um dia longo, penso comigo mesma. Após preparar um café simples, vejo Faina chegando com um sorriso no rosto. Ela está acompanhada dos maridos dela, os quais são também meus sogros. Nunca pensei que um dia teria tantos sogros ao mesmo tempo, mas aqui estamos nós. Gael, Arturo e Rhavi logo acordam e, como sempre, estão animados para brincar com seus tios pequenos. Joshua e Harper e os trigêmeos, correm pela casa, a energia deles é contagiante.— Bom dia, Audreen — cumprimenta Faina, com sua voz suave. — Os meninos estão ansiosos para brincar com os sobrinhos.— Bom dia, Faina — respondo, tentando sorrir apesar da leve tensão que sinto. — Eles não param quietos um segundo, mas é bom ver todos se divertindo.Durante a manhã, as crianças se espalham pela casa, explorando cada canto e rindo alto. Luther, Heros, Noah, Zed e Lohan, meus sogros, estão todos presentes, interagindo com as crianças de uma forma que me faz so
Santiago entra no meu escritório como uma tempestade, atrás de mim, o rosto vermelho de raiva e os olhos faiscando. Caminho até a minha mesa me sentando, minha expressão tranquila, um sorriso ligeiro nos lábios.— Yakov, eu sei que você está por trás do desaparecimento da Audreen! — ele vocifera, apontando o dedo acusador na minha direção. — E agora, depois de seis anos, ela aparece viva, com três crianças iguais de seis anos! O que você fez?Respiro fundo, mantendo a calma. Já esperava por isso. Santiago sempre teve um temperamento explosivo, e não é a primeira vez que me acusa de algo sem provas. Eu o encaro diretamente nos olhos e digo:— Santiago, eu não tenho nada a ver com o desaparecimento da Audreen. Fiquei tão surpreso quanto você quando a encontrei. — O sorriso persiste no meu rosto, sereno e controlado.Ele dá um passo à frente, os punhos cerrados, claramente lutando para manter o controle.— Eu não acredito em você, Yakov. Você tem alguma coisa a ver com isso, e eu descobri
Eu estava sentada na sala de estar, observando meus pequenos bebês brincando no tapete com seus primos, Joshua e Harper, que tinham apenas um ano a mais que eles. O coração batia acelerado no meu peito ao pensar na chegada iminente dos meus pais. Há seis anos, fugi de um casamento arranjado e fiz todos acreditarem que eu estava morta. Agora, eles estavam a caminho do México para cá, em Manhattan, Nova York, onde estou com meus filhos e meu marido, Yakov.Más Capítulos





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