Rafaella empurrou Bruno com força.
— “Você é doente! Isso é crime! Você me sequestrou, Bruno!” — ela gritou, com os olhos inflamados, o rosto ruborizado pela raiva e pelo medo.
Bruno tentou se aproximar, a mão estendida como se ainda tivesse controle sobre ela.
— “Eu te amo, Rafaella. Você é minha mulher. Acha mesmo que eu ia te deixar com aquele bastardo do Santiago?”
— “Eu nunca fui sua! Nunca fui nada além de um nome num contrato nojento que sua família impôs! Você me manteve presa naquela f