O relógio marcava 7h03 quando o celular de Narelle vibrou na mesinha de cabeceira.
Ela ainda estava aninhada contra o peito de Rhaek, o cheiro morno dele confundindo seus instintos de fêmea e guerreira. Um momento raro de paz.
— Atende, — murmurou ele, a voz rouca de sono.
Narelle estendeu a mão. Ao ver no visor o contato da babá, seu estômago se contraiu.
— O que foi? — atendeu sem disfarçar o mau humor.
A voz do outro lado estava trêmula.
— Senhora... eu... não consegui...
O peito de Narelle