O relógio da mansão marcava duas da manhã. O silêncio parecia sufocar os corredores, e só o bater acelerado do coração de Narelle a lembrava de que estava viva. Ela se levantou da cama devagar, tomando cuidado para não despertar Rhaek, que dormia pesado ao seu lado.
A cada passo até o escritório, a mente dela se enchia de imagens: o beijo, o toque, o jeito inconfundível de fazê-la perder o controle. Aquilo não poderia ser coincidência. Não podia ser apenas um sonho.
Sentou-se diante da mesa, o