A mansão estava em silêncio. Narelle havia dispensado os omegas e ordenado que ninguém a incomodasse naquela noite. Ela mesma cuidara da mesa na suíte principal: velas baixas, vinho encorpado, um prato simples mas preparado com zelo. Não queria luxo, queria intimidade. Queria, acima de tudo, apagar a sensação de vazio que lhe queimava o peito desde o retorno de Dubai.
Vestiu a camisa de seda que escolhera de propósito. Os botões frouxos revelavam mais do que escondiam, os mamilos eriçados denun