A noite seguinte ao almoço de despedida foi marcada pelo silêncio. No quarto do hotel, as malas já estavam arrumadas para a viagem de volta, mas Rhaek não conseguia dormir. O incômodo crescia como brasas sob a pele.
Sentado à beira da cama, observava Narelle soltar os brincos e massagear os pulsos delicados.
— Narelle… — a voz dele saiu grave, pesada — o que houve no toalete?
Ela parou por um instante, olhando o reflexo no espelho, mas não respondeu de imediato.
— Nada, Rhaek. Já disse que não