A Flor e a Ruína
Os dias que se seguiram à reinauguração da Casa Sofia foram preenchidos com uma estranha tranquilidade.
Não o tipo calmo e sem movimento, mas aquele que antecede um novo ciclo, como o silêncio antes do desabrochar de uma flor.
Ava caminhava todos os dias até o jardim interno da clínica, onde lavandas e jasmins cresciam entre bancos de madeira e pedrinhas claras.
Ali, sentia-se em paz. A barriga já pesava, e os passos se tornavam mais lentos, mas seu olhar permanecia firme