Quando o Silêncio se Rompe
A madrugada era fria, mas a cidade parecia arder sob uma tensão invisível.
A Fundação estava em alerta máximo.
Portas lacradas, corredores vazios, e o som constante dos ventiladores de filtragem de ar ecoando como um murmúrio fantasmagórico.
Caleb não havia dormido.
Estava na sala de vigilância com Helena e Bianca, analisando as imagens e cruzando informações recebidas de um contato infiltrado no setor jurídico da Spear Pharm.
Os documentos confirmavam o pior:
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