Mas a mão dele continuava firme no meu queixo. George apertava ainda mais, com os olhos fixos em mim.
— Se ele estivesse no país naquela hora, você teria procurado o Bruno para ajudar a pagar a dívida da sua família e, depois, viraria mulher dele, né?
— Claro que não!
Independentemente do que eu teria feito naquela situação, não tinha como dar outra resposta. Não era a única coisa que podia falar agora. Achei que talvez isso pudesse amenizar a raiva dele e, quem sabe, ele soltasse meu queixo.
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