As taças tilintavam em volta, risadas ecoavam entre os lustres brilhantes e a música preenchia cada canto do salão. Depois da dança com Gabriel, eu ainda sentia as pernas trêmulas, mas pela primeira vez em muito tempo, não era medo.
Era diferente. Era… perigoso de outra forma.
— Preciso de outra taça. — falei para Camile, que ria com dois rapazes em ternos bem cortados.
Ela acenou sem se virar.
— Vai lá, amiga. Mas volta logo, você ainda é minha desculpa pra não aceitar certas investidas.
Revi