Alis sentiu uma sombra passar rapidamente diante da janela do porão. Instintivamente, virou o rosto em direção à fresta quebrada. Estava tão escuro ali dentro que, por contraste, o exterior parecia quase claro. Piscou algumas vezes, tentando distinguir algo na penumbra. Mas não viu ninguém. Talvez tivesse sido só sua imaginação — ou talvez não. Ainda assim, afastou o pensamento e voltou a focar no que realmente importava: os sons que vinham lá de cima, da mansão.
Ela ouvia ruídos abafados — gri