Alis olhou para Lucas e sentiu seus olhos umedecerem.
- Você realmente acha isso? – perguntou ela, incrédula.
- Eu não só quero que meu filho fique na sua presença, como vou agradecer aos céus se ele puxar a fibra que a tia dele tem...
Alis sorriu ao mesmo tempo que deixava uma lágrima escapar.
- Lucas... – ela disse, aproximando-se. Tornando a distância entre eles quase inexistente. Colocou uma palma sobre o peito dele, em cima do coração. – Eu quis tanto te receber no Instituto, mas não tive coragem.
- Eu entendo... – falou Lucas, resistindo a vontade que tinha de abraça-la, de tomá-la em seus braços. Era uma precaução necessária, pois não queria assustá-la.
Alis, por outro lado, interpretava a precaução de Lucas como indiferença. Mil coisas começaram a passar em sua cabeça, mas a principal ideia era a de que ela não significava mais nada para ele. Até a raiva seria melhor do que aquela indiferença, coisa que não imaginou que fosse encontrar em Lucas. Talvez fosse a hora de ir embo