Três dias.
Três malditos dias desde que ela sumiu sem deixar um rastro.
Entro na casa e o silêncio me engole. O relógio da parede marca cada segundo como um martelo batendo na minha cabeça. O sofá ainda tem a marca da última vez que ela sentou ali, a almofada afundada, e eu me pego olhando para aquilo como um idiota, tentando entender como Manu teve coragem. Coragem de sair, de desaparecer… de quebrar o pacto sagrado que firmamos diante de Deus.
Respiro fundo e caminho pela sala, os passos ecoan