O apartamento estava silencioso quando entrei. A chave girou na fechadura com o som metálico de sempre, mas meu coração acelerava mais rápido que o normal. Carregava o buquê com cuidado, como se fosse algo sagrado. E, de certa forma, era.
Caminhei pela sala com passos suaves, e foi então que a vi.
Manu estava deitada no sofá, a televisão ligada em algum programa qualquer, mas o som baixo não escondia o ritmo tranquilo da respiração dela. Dormia profundamente, como se o corpo tivesse finalmente