O relógio no painel do carro marcava 8h quando estacionei diante da cafeteria. Tinha passado a noite inteira revendo os documentos na pasta sobre os apartamentos.
Escolhi três que poderiam ser perfeitos para Manu e para o bebê, cada detalhe medido como se eu já pudesse visualizar as duas vivendo ali, seguras, longe do inferno que chamava de casamento.
Empurrei a porta de vidro, sentindo o aroma forte de café fresco. Meus olhos percorreram cada mesa, cada canto, mas ela não estava ali. Estranho.