Fechei a porta do apartamento devagar, como se o mínimo barulho pudesse desmoronar o que restava do meu equilíbrio.
O som da chave girando na fechadura foi o único sinal de que eu estava sozinha. De novo.
Joguei a bolsa no sofá manchado e desamarrei o avental com as mãos ainda trêmulas. A imagem dele… sentando ali, me esperando como se tivesse o direito. Como se cinco meses não tivessem passado. Como se tudo tivesse ficado em suspenso desde aquela noite.
Ravi.
Mesmo o nome parecia um sussurro q