Elara*
Eu não sabia o que se passava na mente dele. Cassian parecia petrificado, como se o chão tivesse desaparecido sob seus pés. Seus olhos fixos nas próprias mãos, que tremiam de forma quase imperceptível, denunciavam o turbilhão que o devorava por dentro. Sua garganta oscilava, sua respiração era irregular, e todo o corpo dele vibrava em tensão.
Meu coração se apertou. Eu queria tanto ter dito aquilo em um momento diferente, em paz, em calma. Mas não — foi arrancado de mim em meio ao caos,