Aurora Rossi
Já fazia quase um ano desde que Lorenzo embarcara para Nova Iorque.
Em Veneza, a vida corria com pinceladas cada vez mais firmes. Meus quadros começaram a ganhar atenção fora dos muros da escola. Um dos professores, entusiasmado com meu progresso, indicou meu trabalho para uma galeria que promovia jovens artistas italianos em mostras internacionais.
Quando recebi o convite oficial, senti o coração acelerar:
“Mostra Contemporânea Europa-América: Novos Olhares Sobre o Tempo.”
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