Claro! Aqui está a continuação do capítulo, narrado em primeira pessoa por Lorenzo:
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Meu pai fechou a porta do escritório com um estrondo seco. A madeira pareceu tremer, ou talvez fosse só o meu estômago que estremecia. Ele virou-se devagar, como se estivesse medindo cada passo para não explodir antes da hora.
— Você pode repetir o que disse? — a voz dele era baixa, mas cortante. Como faca bem afiada.
Engoli seco.
— A Aurora e eu… ontem… a gente não se preveniu.
A respiração dele ficou ma