Mundo ficciónIniciar sesión【Obsessão + Adoração + Criança adorável + O tormento da busca pela namorada】 Maria amava Eduardo com um cuidado imenso, mas em sua mente, Maria era uma mulher com um coração cruel e inclinada para a conspiração.Depois de se casar com Eduardo, Maria pensava que, se fizesse tudo que uma boa esposa devesse fazer, poderia esperar pelo amor de Eduardo. No entanto, ela não esperava que seria enviada à prisão pelas próprias mãos do homem.Um grande incêndio transformou a paixão, que ela guardava em seu coração, por anos em cinzas.Depois de passar por uma experiência de vida ou morte e conseguir sobreviver, quando eles se encontraram novamente, não havia mais amor puro por ele nos olhos de Maria. Eduardo entrou em pânico...
Leer másMaria estremeceu e rapidamente esfregou os olhos.As luzes dos postes não eram muito brilhantes, e à distância, tornava ainda mais difícil enxergar.A figura parecia estar lá, porém não completamente. Quando ela esfregou os olhos e olhou novamente, a figura havia desaparecido.Como se o que ela tivesse visto fosse apenas uma ilusão criada pela sua imaginação.Ela não se conformava e, ansiosa, se levantou apressadamente, mas, por ter ficado agachada por muito tempo, suas pernas estavam formigando. Ela não conseguia se manter completamente em pé, tendo que se apoiar na porta de vidro.Ela olhou ansiosamente na direção anterior mais uma vez.Desta vez, ela realmente viu: havia mesmo uma figura se aproximando.“Eduardo?”Ela apertou a mão com força, fixando o olhar naquela figura, enquanto seu coração se apertava.A figura se movia muito lentamente, parecendo levar uma eternidade para se aproximar.Maria observou por um longo tempo, mas não conseguiu ver o rosto com clareza.Ela só podia
- Mãe, você não faz ideia do quanto eu me esforcei para conseguir o Dudu, e agora ele morreu assim, todas aquelas coisas que eu fiz antes, foram para quê? - Viviane disse.- Silêncio, fale mais baixo, quer que todos saibam que foi você quem planejou a morte dele? - Mariana rapidamente cobriu a boca de Viviane, falando seriamente. - Escuta a mãe, vamos manter isso em segredo por enquanto. Quando a notícia da morte dele se espalhar, você finge que chora.- Mas eu não queria que o Dudu morresse, eu só queria ter ele para mim. Agora que ele se foi, pelo que vou lutar? - Disse Viviane.- Você está sendo tola? Enquanto ele estivesse vivo, mais cedo ou mais tarde ele descobriria as coisas ruins que você fez no passado, e aí quem estaria em perigo seria você. Agora que ele morreu, é até melhor para você, você pode viver sem preocupações.Viviane chorava sem dizer uma palavra.Mariana a abraçou, dizendo:- Escuta a mãe, a morte dele é uma boa coisa para nós. Agora, você precisa começar a pensar
A recepcionista, uma mulher de trinta e poucos anos, estava ocupada com seu celular. Ao perceber Maria se aproximando, ela mal levantou os olhos.- Quarto individual ou duplo? Documento de identidade, por favor.- Esqueci meu documento em casa.A mulher franziu a testa ligeiramente.- Precisamos do documento para registro de hospedagem, normas da casa. Como pretende se hospedar em um hotel sem documento? Seria melhor voltar para buscá-lo.- Minha casa fica muito longe daqui. Posso pagar quinhentos reais para fazer o registro por mim?Após um momento de reflexão, a mulher sorriu:- Está bem, por quanto tempo?- Apenas uma noite.O hotel tinha apenas seis andares, e Maria escolheu ficar no último. Ela sentia que, quanto mais alto, mais segura se sentiria. Ao entrar no quarto, trancou portas e janelas, e então se lançou exausta na cama. Depois de algum tempo deitada, ela pegou o celular e reabriu a conversa com Eduardo, que continuava sem novas mensagens. Ela fechou os olhos dolorido
Contudo, para a decepção dela, a mensagem recebida não se passava de um spam.Ela observou a caixa de diálogo com Eduardo por um instante, onde somente a mensagem que enviara se fazia presente, seguida por um vasto vazio.Suspirando sutilmente, ela voltou seu olhar para a janela.Após aguardar mais de dez minutos no ônibus, algumas pessoas começaram a embarcar.Maria colocou sua máscara e apanhou seus fones de ouvido para escutar uma música.Às dez horas, o ônibus finalmente iniciou sua viagem, já quase lotado.Sentado à frente dela se encontrava um casal jovem.A moça se aconchegava carinhosamente no ombro do rapaz, numa cena de paz e serenidade.Tal visão fez Maria se recordar, involuntariamente, de sua juventude.Houve uma vez, quando a escola organizou um acampamento de verão, Eduardo, que era alguns anos mais velho, decidiu participar também, alegando desejar se divertir e experimentar algo novo.Naquela viagem, ela e Eduardo acabaram por se sentar juntos no ônibus, quase por um m





Último capítulo