— Perdoa-me, padre, porque eu pequei.
Minha voz saiu trêmula, abafada pelas paredes do confessionário. Do outro lado, Elijah permaneceu em silêncio por um instante, como se deixasse o peso das minhas palavras repousar entre nós antes de falar.
— Estamos sempre em dívida com a graça, filha — disse ele, com aquele tom calmo que não me tranquilizava. — Confesse o que o seu coração guarda.
Fechei os olhos por um momento. A madeira do banco rangia sob meu peso, e o cheiro de incenso me fazia lemb