— Ayla! Sai desse quarto agora! — A voz atravessou a porta, impaciente, insistente.
Afundei mais no travesseiro, meu corpo afogando na exaustão da noite anterior. Meu cérebro ainda estava preso em um sonho do qual eu já não me lembrava.
A luz do dia já vazava pela janela, irritante, invasiva.
— Ayla!
Grunhi, puxando o cobertor sobre a cabeça.
Que inferno.
Por que todo mundo tinha essa obsessão de me arrancar da única coisa que me dava paz?
Minha paciência se esgotou.
— Se for pra falar merda,