— Por favor, não — eu tentei gritar de novo, mas a voz não saiu. Era apenas um sussurro rouco, perdido no silêncio da sala.
Ele não respondeu. Apenas sorriu, um sorriso que não chegava aos olhos….
Acordei Gritando.
Minha respiração veio em soluços irregulares, e o suor escorria pelo meu rosto, gelado como se o próprio pesadelo tivesse grudado na minha pele.
O quarto estava incompleta escuridão, mas o cheiro ainda estava ali.
Sangue. Muito sangue. Eu estava sangrando. Escorria por entre minhas