— HECTOR! — exclamei — Acenando com a mão, sem saber se queria um sorriso dele ou se preferia ir até lá e socá-lo de uma vez.
Ele se virou, passando o antebraço pela testa suada. E então, quando me viu, aquele sorriso surgiu no mesmo instante—fácil, aberto, como se nada no mundo pudesse derrubá-lo. Como se eu não tivesse passado a última semana inteira remoendo tudo.
O moreno veio na minha direção com passos largos, sem hesitação.
— Ayla?! — Os olhos dele se arregalaram, e, em um segundo,