Vi uma versão minha, mais nova, mais ingênua.
E ela estava lá, correndo em direção à roda-gigante.
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De repente, senti uma mão puxando a minha. Quando olhei pro lado, lá estava ele, com aquele sorriso travesso que eu tanto conhecia.
— Que tal uma aposta? — ele perguntou, os olhos brilhando de empolgação. — Quem chegar primeiro na roda gigante?
Eu encarei ele, o sorriso aparecendo no meu rosto sem querer. — Fechado! — respondi. — Mas se eu ganhar, você me paga um sorvete, hein?
— E se eu