Ele soltou um riso leve, cheio de vida, e, sem perceber, um sorriso se formou nos meus lábios.
Como não amar esse menino?
Ele era tudo pra mim. Minha salvação. A luz que coloriu a escuridão.
— Minha nossa, olha esse tamanho! — Ângela arregalou os olhos, levando a mão à boca. — Tá comendo o quê, hein? Fermento?
Ele nem pensou duas vezes. Segurou a barra da camiseta e levantou, todo orgulhoso, exibindo a barriguinha estufada.
— Eu como muito, tia Angela! — falou tudo sério, como se isso fosse a m