Capítulo 45

Ele soltou um riso leve, cheio de vida, e, sem perceber, um sorriso se formou nos meus lábios.

Como não amar esse menino?

Ele era tudo pra mim. Minha salvação. A luz que coloriu a escuridão.

— Minha nossa, olha esse tamanho! — Ângela arregalou os olhos, levando a mão à boca. — Tá comendo o quê, hein? Fermento?

Ele nem pensou duas vezes. Segurou a barra da camiseta e levantou, todo orgulhoso, exibindo a barriguinha estufada.

— Eu como muito, tia Angela! — falou tudo sério, como se isso fosse a m
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