— A mocinha não pode entrar aqui.
Mal piso além da cortina pesada e empoeirada e uma mão enorme me empurra. O cômodo é redondo e inteiramente roxo, dos estofados das cadeiras ao redor da mesa de carteado, aos tapetes, painéis quadrados do chão ao teto e as luzes piscando ao som de uma música diferente da do bar: um hip hop obsceno e estridente vibrando cada poro do meu corpo.
O segurança de pele retinta me encara com os olhos fundos e redondos, escuros como ameixas. O terno que usa é pequeno de