O ar entala na garganta e o engulo como se fosse vidro. As íris castanhas dele adquirindo pinceladas sombrias ao fitar as minhas sob os longos e cheios cílios superiores. Relances de ontem passam diante dos meus olhos: O Jaguar vermelho, os toques invasivos e a boca detestável em meu pescoço… Um soco.
— Você bateu nele? - Pergunto, a voz trêmula.
— Nós conversamos. - Matteo dá de ombros e obrigo meus pulmões a inspirarem, porque arfadas ansiosas são insuficientes para evitar que eu comece a fic