Tiro os pés da água e me levanto, cambaleio até a espreguiçadeira que estávamos antes. Garrafas vazias derrubadas, tampinhas por todos os lados e peças de roupas espalhadas junto aos pares de sapatos sem dono. Vasculho a cestinha térmica, encontrando uma última garrafa sobrevivente. Alícia sempre tem uma e a chama de “matadora”. E sempre é tequila. Ninguém fica vivo após a tequila.
— Tem certeza? — Tommy pergunta, as mãos nos quadris estreitos e a respiração ressaltando seus músculos de atleta.