Ponto de vista de Máximo Bianchi.
— Alô... mãe? — minha voz saiu pesada, mas mais calma do que nas últimas horas.
— Máximo... meu filho... — a voz de minha mãe tremia. — Ela tá bem... ela tá segura aqui, meu amor... tá no quarto... sua irmã, sua tia, a mãe dela, Aurora... estamos cuidando dela, meu filho.
Fechei os olhos, respirando fundo, e pela primeira vez desde que aquele pesadelo começou, senti meu peito aliviar — mesmo que por um fio.
— Ela... ela chorou muito, tá frágil, mas tá em casa,