Capítulo 31

SAVANA

A primeira coisa que senti não foi a claridade.

Foi o calor.

O corpo dele, pesado e quente debaixo de mim, encaixado no meu como se tivesse nascido para aquele espaço. A respiração dele, lenta, quente, roçando na minha nuca. O braço dele, firme em torno da minha cintura, me mantendo ali — presa e segura ao mesmo tempo.

Por um instante, fiquei completamente imóvel. Não queria que aquele momento acabasse. Não queria que a manhã chegasse.

Mas a luz filtrada pelas frestas da janela já começa
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