Joana voltou para a cozinha, o coque um pouco mais desalinhado, o pano ainda na mão. Eu me afastei subitamente de Marcos, soltando a mão dele como se tivesse sido pega cometendo um crime. Meu rosto queimava, e eu evitei o olhar dela, temendo que ela pudesse ver a culpa estampada em mim.
— Desculpem a demora, meus queridos. — disse ela, a voz frágil, mas calorosa, enquanto se sentava novamente — Vamos tomar esse café antes que esfrie.
Eu forcei um sorriso, pegando a xícara e tentando me escond