O dia seguinte amanheceu com um silêncio pesado na casa de Ryan. A noite tinha sido quase insones para Ayla e Juan, que se revezaram vigiando o sono de Emma como se esperassem que Alison surgisse do nada para levá-la.
O café da manhã foi curto, tenso. Emma se recusava a comer muito. Juan segurava a xícara de café como se fosse uma âncora. Ayla passava manteiga no pão para ela com um cuidado mecânico.
— Nós vamos sair um pouquinho hoje, tá bom? — disse Ayla, tentando soar leve.
Emma ergueu os ol