Reginald saiu da lanchonete com o coração pesado, mas não derrotado. Os passos arrastados ecoavam no silêncio que ficara para trás, e o buquê de rosas — tão perfeito quanto o plano que fracassara — repousava agora sobre uma mesa vazia, suas pétalas rubras contrastando com a frieza da rejeição. No bolso do casaco, o anel parecia queimar, um lembrete mudo da pergunta que Evelyn não soube responder. "Preciso de tempo."
As palavras dela ainda zumbiam em seus ouvidos, mas o que doía