O dia parece se arrastar em um sofrimento mudo, carregado por um peso que apenas aqueles que estão sofrendo conseguem sentir, como se cada minuto fosse afogado em luto.
Quando a noite enfim desce sobre Savoca, o céu permanece escuro, sem estrelas, e a chuva continua a cair, lenta e silenciosa, como se o mundo lá em cima chorasse com todos aqueles que perderam mais do que palavras conseguem descrever.
Os dias seguintes não amenizam nada, como se Savoca tivesse rachado ao meio, deixando uma fenda