O rosto de Giuliano se contorce de imediato, um misto grotesco de choque, dor e pura incredulidade, como se a mente dele demorasse a aceitar o que realmente aconteceu.
A boca dele se abre em um grito que rasga o ar, um urro desesperado que treme no fundo da garganta, como se o corpo inteiro rejeitasse a dor brutal que o atravessa.
Ele tenta puxar a mão, mas o metal prensado mantém os dedos esmagados, e o desespero dele cresce em um soluço rouco.
O corpo dele se curva, e os joelhos quase cedem,