Novamente, ela olha para o perfume e, enquanto o barulho da água domina o espaço, aquela raiva silenciosa volta a se espalhar por dentro dela como uma febre.
Um brilho surge nos olhos dela, como alguém que, no meio da dor e da humilhação, finalmente encontra uma possível saída, pequena, perigosa, mas real o bastante para reacender algo dentro dela.
Ela pega duas toalhas do armário, enrola o frasco entre elas e caminha até o canto mais distante da porta, para evitar que o barulho escape por baix