Heitor caminhava rápido pelos corredores da mansão, e Gustavo e Ashiley o seguiam.
Cada passo fazia o coração dela bater mais alto, quase doloroso.
O corredor parecia mais estreito, mais escuro.
Ou talvez fosse o peso da verdade se aproximando.
Eles chegaram a uma sala pequena, trancada.
Um monitor já estava ligado, e Marina digitava com rapidez, o rosto sério.
— Achamos isso escondido numa pasta interna — explicou ela. — Não estava no sistema principal. Foi enterrado manualmente, com várias ca